
JURASSIC WORLD: RECOMEÇO
Jurassic World: Recomeço acompanha um novo momento da convivência entre humanos e dinossauros após os eventos que espalharam as criaturas pelo mundo. Com o colapso das antigas estruturas de controle, governos, cientistas e civis precisam lidar com as consequências práticas dessa coexistência forçada.
Ficha técnica
Título original: Jurassic World Rebirth
Direção: Gareth Edwards
Roteiro: David Koepp
Elenco: Scarlett Johansson, Jonathan Bailey, Mahershala Ali
Produção: Frank Marshall, Patrick Crowley
País: Estados Unidos
Ano: 2025
Veja o que associadas e associados da Abraccine estão falando sobre o filme.
TEXTOS
A direção opta pelo ritmo frenético, como se velocidade fosse um substituto para a construção narrativa. E aí está um dos maiores pecados de Recomeço: ele é visualmente exaustivo e emocionalmente vazio. Tudo é grandioso e nada é importante.
Cecilia Barroso, Cenas de Cinema
Este quarto Jurassic World é bem realizado, sem falhas bobas. E o ritmo ágil não permite que existam momentos chatos. Porém, parece visivelmente calculado para agradar. Por isso, possui uma estrutura de game, personagens com dramas pessoais ou de fácil identificação, mensagem ambientalista e criaturas cada vez maiores e mais assustadoras. Garante a diversão, mas facilmente esquecível.
Eduardo Kaneco, Leitura Fímica
A nova trinca de filmes não decepcionou nas bilheterias, porém, deixou bem evidente o desgaste da fórmula. Agora temos este Jurassic World: Recomeço, dirigido por Gareth Edwards, com roteiro escrito outra vez por Koepp.
Marden Machado, Cinemarden
VÍDEOS

A MEIA-IRMÃ FEIA
A Meia-Irmã Feia reimagina o conto da Cinderela a partir do ponto de vista de uma das meia-irmãs, considerada feia. A narrativa acompanha sua tentativa de se encaixar em um mundo que valoriza beleza, status e aprovação social. Ao deslocar o foco da heroína tradicional, o filme transforma o conto em uma história sobre ressentimento e exclusão.
Ficha técnica
Título original: Den stygge stesøsteren
Direção e roteiro: Emilie Blichfeldt
Elenco: Lea Myren, Ane Dahl Torp
País: Noruega
Ano: 2025
Veja o que associadas e associados da Abraccine estão falando sobre o filme.
TEXTOS
Não há nada de mágico no baile. Há apenas a repetição de um ritual ancestral que continua vivo hoje, agora com filtros melhores. O filme não suaviza nada. Ele escolhe ser grotesco, incômodo e impossível de ignorar. É Cinderela mergulhada em ácido e funciona porque expõe sem pudor a permanência de um sistema que deforma as mulheres ontem e hoje.
Gabriel Pinheiro, Medium
A roteirista e diretora demonstra controle absoluto da história que nos conta e apresenta uma abordagem das mais originais para uma trama muito conhecida. Seu filme ainda consegue romper a bolha da proposta original e adicionar novas camadas em uma narrativa cheia de sutilezas e, quando necessário, de farta explicitude.
Marden Machado, Cinemarden
Com isso, a cineasta insere um subtexto importante em uma fábula que sempre insistiu em ressaltar o ideal de beleza de sua heroína: o de que este tipo de mensagem – especialmente em uma história amada por meninas jovens e, portanto, mais influenciáveis – reforça conceitos psicologicamente danosos sobre autoimagem e amor-próprio, estabelecendo padrões estéticos impossíveis que servem apenas para causar insegurança em quem tenta alcançá-los.
Pablo Villaça, Cinema em Cena
VÍDEOS

O ÔNIBUS PERDIDO
O Ônibus Perdido é baseado em fatos reais e acompanha Kevin McKay, um motorista de ônibus escolar que, durante o Camp Fire de 2018, um dos incêndios florestais mais mortais da Califórnia,, segue o caminho para levar 22 crianças e uma professora para um lugar seguro em meio às chamas e à fumaça descontrolada.
Ficha técnica
Título original: The Lost Bus
Direção: Paul Greengrass
Roteiro: Paul Greengrass, Brad Ingelsby
Elenco: Matthew McConaughey, America Ferrera, Yul Vazquez
Trilha sonora: James Newton Howard
País: Estados Unidos
Ano: 2025
Veja o que associadas e associados da Abraccine estão falando sobre o filme.
TEXTOS
O ritmo imposto pelo diretor amplia a tensão natural que uma história como essa costuma ter. Mas no final, o que se sobressai é o drama humano vivenciado por aquelas pessoas.
Marden Machado, Cinemarden



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