João Carlos Sampaio por João Carlos Sampaio

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Autorretrato

 

Nasci em Aratuípe, na Bahia, no dia cinco de outubro de 1969.
Sou jornalista e crítico de cinema. Iniciei minha carreira como jornalista no jornal Bahia Hoje (1993 e 1995). Depois transferi-me para o jornal  A Tarde, no qual trabalho desde 1995. Publiquei artigos em veículos de circulação nacional. Inclusive uma reportagem especial sobre os bastidores de Barravento, filme concebido por Luiz Paulino do Santos e realizado por Glauber Rocha. Sou bacharel em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia, na qual desenvolvi, durante três anos, com bolsa do CNPq, pesquisa sobre o “Cinema na Bahia nos anos 50/60”. Trabalhei no Setor de Cinema da UFBa, sob a coordenação de Guido Araújo, e atuei na orientação e monitoria à execução de projetos em audiovisual em disciplinas oferecidas pela Faculdade de Comunicação. Coordenei e apresentei palestras para o projeto “Evolução Cronológica”, do Cineclube da Bahia. Estive em mesas redondas em  diversos festivais baianos. Atuei, ainda, como membro do júri do festival A Imagem em 5 Minutos (Bahia, 1998) e em comissões de seleção para Jornada de Cinema da Bahia e outros eventos. Fui diretor-assistente do cineasta Sérgio Machado no curta-metragem Troca de Cabeça (1993), estrelado por Grande Otelo e Léa Garcia. Participei, desde 1995, dos principais festivais brasileiros, integrando o “Júri da Crítica”.

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O menino João Carlos Sampaio

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“Voltano para casa”, escreveu João sobre o autorretrato postado no Facebook

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das últimas postagens feitas por João Carlos Sampaio, em seu perfil no Facebook, sobre o documentário E agora? Lembra-me


“Dores no corpo e na alma diante da angústia de ter os dias contados… e esse dolorido confrontado com um estranho ‘carpe diem’. Um jeito de lidar com o tempo que resta, que não se submete ao desespero pela alegria, ou ao arrebatamento da festa, mas por algo que é quase o oposto da euforia. Uma celebração quase religiosa do tempo, como se um dia inteiro coubesse numa tarde morna, acomodada em afetos demorados, intensos sentimentos e silêncios… Tô falando de E Agora? Lembra-me, filme do português Joaquim Pinto, exibido no 18º Cine PE.”

 

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