A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) lamenta com pesar o falecimento do cineasta baiano Orlando Senna, aos 87 anos, nesse 8 de junho.
Nome fundamental da cinematografia brasileira, Senna iniciou como assistente de Roberto Pires em Tocaia no Asfalto (1962) e, em 1974, realizou em codireção com Jorge Bodanzky Iracema -Uma Transa Amazônica, longa-metragem até hoje referência ao somar ficção e reportagem. Três anos depois dirigiu Diamante Negro.
Gestor ativo, ocupou em 2003 o posto de Secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura. Foi também diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação, a partir de 2007. Ali, coordenou a criação da TV Brasil, o novo canal de televisão pública do país. Era viúvo da atriz e diretora Conceição Senna (1937-2020).


