51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Festival mais antigos e dos mais importantes do cenário brasileiro, o Festival de Brasília é sempre marcado por posicionamentos políticos e filmes de grande impacto. Um retrato do país no momento que nos faz sempre ficar atentos para a apreciação das obras e debates que levanta. Realizado entre os dias 14 e 23 de setembro na capital federal, sua 51ª edição não foi diferente, como demonstra as análises de nossos associados. Os cinco membros do júri da crítica organizado pela Abraccine trouxeram visões diversas em seus textos que podem ser lidos aqui. Assim como a cobertura dos demais associados presentes no festival, como podemos conferir abaixo. (clique no nome para ler o texto completo).

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“O mais longevo evento de cinema do Brasil. Além dessa marca considerável, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é historicamente marcado por uma série de acontecimentos que consolidaram a sua relevância. Tradicionalmente politizado, já testemunhou debates acalorados, manifestações inflamadas e apaixonadas, sendo censurado e inviabilizado no período da ditadura civil-militar. Notoriamente, a capital federal é, durante o festival, palco de discussões importantes que ajudam a nortear o pensamento acerca da nossa produção cinematográfica. Das demandas por maior igualdade de gênero à configuração da ocupação comercial das salas de exibição, passando por reivindicações de diversidade nos processos criativos, tudo integra o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, espaço de ideias e resistência.” Robledo Milani

Temporada, de André Novais Oliveira, foi o grande vencedor da 51ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, uma das mais politizadas dos últimos anos, com uma cerimônia de premiação que durou mais de 3 horas e foi marcada por uma série de apaixonados discursos políticos e o lançamento da Associação dos Produtores Independentes.” Neusa Barbosa.

Veja a Cobertura completa de Neusa Barbosa

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“Parece que foi muito rápida a chegada de “Ilha”, o mais novo filme da dupla de diretores de “Café com Canela” que, ano passado, aqui mesmo em Brasília, causou sensação e estremeceu alguns alicerces com esse filme singelo e embebido de Recôncavo como eu gosto de falar. Mas Glenda Nicácio e Ary Rosa percorreram um longo caminho até chegar aqui e realizar esse feito, o ter dois longas-metragens, gestados e realizados no interior da Bahia, competindo em dois anos consecutivos num dos mais importantes festivais de cinema do Brasil. “Ilha”, na verdade, começou a ser rodado durante o Festival de Brasília do ano anterior, o que explicou a ligeira passagem de Glenda e Ary pelo evento, deixando para trás um rastro de alegria, satisfação e descoberta para quem acompanhou o festival e as discussões que se travaram ali, especialmente sobre representação negra no cinema e sobre afetos em tempos de opressão.” Rafael Carvalho

Veja a Cobertura Completa de Rafael Carvalho

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