O Júri Abraccine da 20ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Internacional da Paraíba foi composto pela crítica Amanda Aouad e pelo crítico Renato Félix e pelo professor convidado Hipolito Lucena. O festival aconteceu de 3 a 10 de novembro de 2025, em João Pessoa (PB).
O longa-metragem escolhido foi Honestino, de Aurélio Michiles; enquanto o prêmio de curta-metragem foi para A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros.
Leia as justificativa do júri e saiba mais sobre os filmes:
MELHOR LONGA-METRAGEM: “Honestino“

“Pela qualidade técnica e criatividade em transitar bem entre ficção e realidade resgatando a memória e a presença de um personagem que simboliza a luta contra o arbítrio em um momento em que ainda precisamos relembrar o passado para não permitir que se repita, o Júri Abraccine escolhe Honestino, de Aurélio Michiles, como melhor longa-metragem do Fest Aruanda 2025″.
Sinopse do filme: Fusão entre documentário e ficção, o filme conta a história de Honestino Guimarães, líder estudantil da geração 68, presidente da UNE e aluno da UnB. Preso cinco vezes por sua militância, Honestino foi sequestrado em 1973, aos 26 anos, e é uma das centenas de desaparecidos da ditadura militar. Baseado em cartas, poemas e imagens de arquivo, dezenas de depoimentos de familiares, amigos e militantes e cenas interpretadas por Bruno Gagliasso.
MELHOR CURTA-METRAGEM: “A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero“

“Pelo domínio absoluto da linguagem cinematográfica em todos os seus elementos técnicos e estéticos que, evocando com inteligência o gênero noir, constrói em uma narrativa envolvente e reflexiva, o Júri Abraccine escolhe A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros, como o melhor curta-metragem do Fest Aruanda 2025″.
Sinopse do filme: Madrugada. Desamparo. Duas moscas se encontram e se reconhecem em um restaurante abandonado à própria sorte.
