Melhores do Ano: Dois longas e um curta

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O Lobo Atrás da Porta

Por Amanda Aouad (BA)

Baseado em uma história real da década de 60, Fernando Coimbra fez de seu primeiro longa-metragem uma mistura tensa de melodrama e thriller. O Lobo Atrás da Porta é um filme tenso que desperta emoções dúbias nas plateias, mas tem todos os ingredientes de sucesso de uma boa história.

O casal Sylvia e Bernardo se vêem em um drama assustador, o sequestro de sua filha em plena luz do dia, na escola. Construído a partir desse mistério e dos depoimentos contraditórios na delegacia, o filme vai sendo costurado e explicado por flashbacks que ilustram a versão de cada um dos fatos. Principalmente da personagem Rosa, amante de Bernardo, que pode ser a chave de todo o mistério. Para ler mais, clique aqui.

 

Boyhood – Da infância à juventude

Por Amanda Aouad (BA)Boyhood-Da-Infância-à-Juventude-02

Doze anos, esse foi o tempo que Richard Linklater levou para realizar Boyhood. Um experimento, mais do que um filme, onde a cada ano, a equipe se reunia para gravar uma fase da trama que acompanha o crescimento do personagem Mason dos seis aos dezoito anos.

Por ser um produto experimental, com uma proposta tão realista, Boyhood nos dá uma sensação quase documental. Acompanhamos aquele garoto e aquela família ao passar dos anos de uma maneira bem particular, saltando a acontecimentos aparentemente aleatórios que nos dão um vislumbre de sua vida, mas nunca chega a aprofundar personagem ou trama .Para ler mais, clique aqui.

 

La Llamada

La Llamada, de Gustavo Vinagrelallamada_f03cor_2014130430 é uma obra curiosa, uma encenação e um registro de um homem cubano que terá o seu telefone instalado pela primeira vez. Quase como o cinema direto, a câmera pouco interfere na cena. Nos dando uma impressão de estar ali, observando sua rotina.
Um homem simples, com ideologias socialistas ainda tão próprias e particulares e que é retratado com uma simplicidade cativante, mas que também traz limites entre a ficção e o documentário. Não sabemos até que ponto ele encena para a câmera ou vivencia aquilo. Mas, o mais importante não é saber isso, e sim, a emoção que a imagem transmite. Para ler mais, clique aqui.

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